Homocisteína e AVC: descoberta uma relação que pode ajudar a prevenir o derrame
Homocisteína e AVC Descoberta uma relação que pode ajudar a prevenir o derrame

Altos níveis de um aminoácido chamado homocisteína, encontrado no sangue, podem ser um forte indicador de risco de AVC entre pessoas com doenças cardíacas. Um novo estudo mostra que pacientes cardíacos com os níveis mais altos de homocisteína têm quatro vezes mais chances de sofrer o tipo mais comum de derrame em comparação com aqueles com os níveis mais baixos de homocisteína.

O estudo sugere que a homocisteína elevada pode ser um novo fator de risco independente para o acidente vascular cerebral. Pesquisardores dizem que, se mais pesquisas confirmarem este achado, isso pode ter grandes implicações na saúde pública, porque a homocisteína pode ser controlada de maneira fácil e barata através de modificações na dieta e suplementos vitamínicos.

Estudos anteriores mostraram que os níveis de homocisteína podem ser efetivamente reduzidos pelo consumo de mais ácido fólico e vitamina B12. Fontes naturais desses nutrientes incluem frutas cítricas, tomates, vegetais e produtos de grãos.

Neste estudo, publicado na edição do Stroke: Journal of the American Heart Association, os pesquisadores examinaram os registros médicos de 80 pessoas com doença cardíaca que sofreram derrames durante oito anos de acompanhamento e as compararam com 80 pessoas semelhantes, com doença cardíaca, mas sem histórico de derrame.
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O estudo descobriu que as vítimas de derrame tinham maiores níveis de homocisteína em geral, e a probabilidade de sofrer um derrame aumentava à medida que os níveis de homocisteína aumentavam.

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Dr. Guilherme Martins CRM-PR 34614